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História & Gastronomia

A Europa é rica em vestígios das diversas civilizações que lá habitaram,
uma após a outra, até à época atual.

 

Pré-História

Comecemos pelo homem pré-histórico: suas marcas podem ser vistas em cavernas com pinturas rupestres. Os restos do homem Neandertal, como o homem de Tautavel, que viveu há mais de 450 mil anos, também estão expostos.

Antiguidade

Na Antiguidade, os povos Celtas ocupavam grande parte da Europa. Mais ao sul, na região da atual Itália e Grécia, dois grandes impérios conheceram grande desenvolvimento e expansão: o Império Grego e, em seguida, o Império Romano. A arte e filosofia modernas ainda são influenciadas pelo rico legado destes povos. Os livros de Homero ainda instigam nossa imaginação com seus contos épicos que narram a rivalidade entre Esparta e Atenas, a mitologia grega e romana, os sentimentos de orgulho e desejo dos homens que participaram da Guerra de Tróia e depois a viagem de Ulisses. As conquistas de Júlio César também são conhecidas até hoje: como o imperador subjugou o Egito e a bela Cleópatra e como conquistou a Gália após derrotar o chefe gaulês Vercingetorix.

A Idade Média

O Imperador Carlos Magno é conhecido como o pai” da Europa Ocidental; o Rei dos Francos (França) foi coroado Imperador do Ocidente em Roma (Itália) e escolheu Aachen (Alemanha) como a capital do seu império. Eram os tempos feudais, que testemunharam o surgimento dos primeiros Estados modernos, muitas vezes rivais, como França e Inglaterra. A Idade Média deixou também uma rica herança filosófica: pensadores, teólogos e filósofos esforçaram-se para conciliar a fé com a razão (SãoTomás de Aquino, Abelardo, Roger Bacon). As cidades-estado comerciantes de Gênova, Florença, Veneza, Bruges e Antuérpia também viveram seus dias de glória. Dessa época data também a Grande Cisma entre o Catolicismo e a Igreja Ortodoxa. O poder dos muçulmanos começou a crescer no mesmo período e as Cruzadas cristãs para retomar a Terra Santa em seu poder se seguiram uma após a outra.

Tempos Modernos

Foram os tempos do Renascimento e da Reconquista liderada pelos reis católicos contra os muçulmanos. Durante esse período, as guerras e alianças modificavam constantemente as fronteiras da Europa. Em termos religiosos, grandes mudanças com a Reforma protestante promovida por Lutero e Calvino desafiam a supremacia católica e levam a guerras religiosas. Holanda e Suíça surgiram dos conflitos religiosos desta época. Os séculos XVI e XVII foram marcados pelos reis absolutistas, sendo o mais famoso Luís XIV. As rivalidades entre as nações europeias as levaram a procurar novos territórios em outros continentes. São colonizadas as Américas, a Índia e mais tarde a África.

Tempos Contemporâneos

Nossa era atual foi inaugurada pela Revolução Francesa e marcada pelo desenvolvimento da democracia. A guerra voltou a devastar a Europa com as campanhas de Napoleão I. Após a sua queda, o Congresso de Viena remodelou novamente as fronteiras. Nessa época foram unificadas Itália e Alemanha surgindo novos países nos Balcãs.A revolução industrial intensificou as rivalidades: a colonização estava no auge. A Primeira Guerra Mundial modifica mais uma vez o mapa do continente: Alemanha e Rússia perdem territórios, a Finlândia ganha a independência e o Império Austro-Húngaro desaparece, dando lugar a novos países como a Polônia, Tchecoslováquia, Iugoslávia e Países Bálticos. A Europa foi enfraquecida pelas duas guerras mundiais e surgem duas novas super-potências: os EUA e a URSS. A principal consequência política da Segunda Guerra Mundial foi a divisão da Alemanha em dois países diferentes com regime capitalista e socialista, no auge da Guerra Fria. A Europa foi reconstruída mas perdeu pouco a pouco as suas colônias, que começaram a reivindicar independência. Com a queda do Muro de Berlim em 1989, a Alemanha foi reunificada. Enquanto isso, a Iugoslávia desaparece, dando lugar a diversos novos Estados: Croácia, Sérvia, Eslovênia, Montenegro e Bósnia. Surgem as primeiras uniões econômicas europeias, o Benelux (Bélgica, Holanda e Luxemburgo), a Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (CECA) e mais tarde a Comunidade Econômica Europeia (CEE), que evolui para se tornar a atual União Europeia.

 

GASTRONOMIA

 

 

 

Os fatores mais importantes quedeterminam a arte culinária de um país são a geografia e o clima. São eles que determinam quais ingredientes são produzidos na região e a sua forma de conservação. Do ponto de vista humano, o grande fator que determina a culinária de um local são as tradições dos povos que a habitam e habitaram: a arte culinária conta a história de uma região de uma forma muito especial e deliciosa! Mil maneiras de desfrutar Seja numa cozinha familiar numa pousada, num requintado restaurante, num piquenique com produtos comprados na granja, nas tapas ou nas comidas de rua, há muitas maneiras de degustar a vida culinária de um país.Para encontrar o restaurante dos seus sonhos, você pode recorrer ao sofisticado guia Michelin, que emprega críticos gastronômicos profissionais. O Guia Zagat oferece críticas de clientes. Os sites de turismo de cada país são geralmente excelentes fontes de informação, fornecendo extensas listas de restaurantes. Outro método para descobrir ótimos restaurantes é visitando aquele simpático café ali na ruazinha, pedindo dicas no hotel, batendo um papo com o vizinho e procurando aqueles onde se concentram as multidões.

Slow food - Já ouviu falar de slow food? Este movimento promove a gastronomia ecológica, com restaurantes que servem pratos da cozinha local, com ingredientes sazonais e preparados de forma sustentável. A Rede Patrimônio Gastronômico Regional da Europa fomenta também a produção de alimentos regionais, como uma maneira de desenvolver pequenas empresas e relacionar restaurantes e lojas agroalimentares nos países participantes. Faremos agora um rápido tour pelas principais tendências da gastronomia europeia:

Gastronomia mediterrânea oriental - Imagine o aroma do peixe fresco na brasa, saboreado na sombra de um terraço virado para o mar? Pratos temperados com azeite, limão e alho, seguidos de sobremesas feitas com mel? A Turquia, a Grécia e o Chipre são famosos pelo “mezé”, uma série de saborosos pequenos pratos. A cozinha destes países agrada tanto aos fãs de carne como aos vegetarianos, com o uso de beringela, abobrinha, azeitona, tomate, pimentão e outros legumes, hortaliças, queijos, pistache e nozes.

Gastronomia do Mar Negro - Na costa ocidental do Mar Negro, a cozinha da Romênia e da Bulgária foi influenciada tanto pela cozinha russa como pela centro-européia, enquanto a Geórgia e a Turquia oriental compartilham as influências russas com o Oriente Médio. O ecossistema ameaçado do Mar Negro infelizmente oferece cada vez menos peixe, embora haja programas para promover a pesca local sustentável e reverter esta tendência.

Gastronomia da Península Balcânica - Na Croácia, saboreie as ostras, camarões e peixes de água doce e salgada, e experimentem o kulen, uma tradicional salsicha de porco local. Tanto a Croácia como a Eslovênia são produtores das valiosas trufas brancas e pretas em abundância. Além disso, a cozinha de ambos os países beneficia da proximidade da Itália na elaboração de pratos com um toque mediterrâneo. Na Eslovênia, experimente também uma das mais de setenta variedades de štruklji, saborosos doces recheados. Na Sérvia e Montenegro se destacam os pratos à base de carne de porco, especialmente na forma de excelentes presuntos.

Gastronomia Centro-europeia - Peixes pescados no rio Danúbio, sopas grossas, pimentões recheados e folhas de couve, incontáveis versões de pudinsr, doces recheados de sementes de papoula e queijos  estes são apenas alguns dos prazeres culinários da Polônia e Eslováquia. A cozinha polonesa é uma mistura da herança italiana, francesa, lituana, húngara, armênia, tártara e judia. Já a Hungria é conhecida pelo seu goulash e os pratos à base de páprica, mas há dezenas de outras especialidades para experimentar. Se estiver na República Tcheca na época do Natal, não deixe de participar do tradicional almoço de carpa e salada de batata. Por sua vez, a comida lituana varia em função da produção de cada região, mas em toda parte é possível saborear um excelente pão de centeio. As especialidades de peixe e carne defumados também são atrações locais.

Gastronomia Báltica - O clima agreste dos estados bálticos fez com que a produção de alimentos seja um desafio. Mesmo assim, é possível encontrar na Letônia e Estônia pratos à base de legumes, carnes e peixes, laticínios e um excelente pão, base da dieta da região. A herança culinária alemã é bastante evidente nestes países.

Benelux - A Holanda e a Bélgica compartilham a paixão pelas fritjes (batatas fritas), servidas com maionese. Na Holanda, o rijstafel, herança dos tempos coloniais na Indonésia, é uma mistura imperdível de sabores exóticos. Outra iguaria é o stroop waffle, quem vem quente e recheado de caramelo para recarregar as energias. Nenhuma visita a Bélgica é completa sem provar uma porção de moules (mexilhões) e degustar seu famoso chocolate. Já o pequeno Luxemburgo, rodeado pela Bélgica, França e Alemanha, oferece a sua própria e deliciosa interpretação de várias ricas tradições gastronômicas.

Gastronomia Germânica - Quem não conhece a fondue e o rosti da Suíça e da Áustria, combinações divinas de queijo e batata? Mas isso apenas é o começo: você será tentando também pelo chocolate com leite inventado na Suíça e os doces austríacos.A Alemanha é especialista no mundo das wurst, as salsichas. Mas também fazem parte do menu local pães robustos, pudins de todos os tamanhos e as frutas, deliciosas em sopas, sobremesas e licores.

Gastronomia Francesa e Italiana França e Itália são dois gigantes da cozinha européia. Sua importância para a gastronomia ocidental é incalculável. A renomada cozinha italiana dá água na boca com suas massas, numa variedade infinita de formas, queijos parmesão e mozzarella, risotto e polenta, pizza, presunto prosciutto, sem esquecer o gelato, mais conhecido como sorvete! A França também apresenta uma culinária variadíssxima, que vai da gastronomia normanda rica em laticínios aos pratos provençais com muito alho e influências africana. Famosa por produzir mais de 450 tipos de queijo, amostarda de Dijon e inúmeros outros produtos clássicos, a gastronomia da França representa um dos seus maiores tesouros culturais.

Gastronomia Espanhola e Portuguesa - A Espanha possui um clima excepcional para a produção de frutas e legumes, além de um extenso litoral com abundantes peixes e frutos do mar. O país é famoso pelas suas azeitonas e azeites, queijos e “tapas”, os pequenos pratos servidos para beliscar com a bebida. A paella é unguisado de marisco e arroz compartilhado por todos na mesa. Portugal oferece igualmente uma grande variedade de alimentos, incluindo o seu famoso bacalhau salgado. As influências árabes, africanas e espanholas se misturaram durante séculos para criar uma maravilhosa combinação de sabores.

Reino Unido e a Irlanda - Comer no Reino Unido mudou drasticamente nos últimos anos. Os britânicos se envolveram ativamente na produção sustentável de alimentos e no desenvolvimento da riqueza culinária local, como os queijos, sobremesas e pratos à base de caça, peixe, e vitela. Os tradicionais pubs co-existem com um número cada vez maior de “gastro-pubs”  na Inglaterra. Gales celebra muitas festas e eventos em honra do seu True Taste. A árida Escócia, conhecida pelo seu peixe, haggis e tortas de aveia se orgulha do seu crescente número de excelentes restaurantes. A Irlanda, como os seus vizinhos britânicos, produz ótimos queijos e peixes. Experimente também o famoso pão de soda, à base de bicarbonato no lugar do fermento.

Escandinávia - Peixe, queijos, embutidos e pão preto são elementos básicos da comida escandinava. Já a Islândia experimenta um renascimento gastronômico e oferece uma renomada cozinha contemporânea. Alguns pratos tradicionais são os sandwiches de carneiro defumado, hardfiskur (fatias de peixe seco) e a singular combinação islandesa de chocolate e pão-doce.